A segurança tem sido uma questão muito preocupante em inúmeros setores, sejam eles empresariais, comerciais ou caseiros. Com isso, várias empresas foram fundadas com enfoque nesse segmento, e outras, que são mais conhecidas por produtos diferentes, também estão de olho no setor.
É o caso da Seoul Commtech (subsidiária do grupo Samsung), especializada em produtos para automação caseira, que apresentou uma série de fechaduras híbridas digitais. A apresentação foi feita durante uma feira de segurança realizada em Las Vegas, a ISC (International Security Conference). Inicialmente voltada ao mercado norte americano, a série EZON é composta pelos modelos SHS-7020, SHS-7120, SHS-7100, SHS-3420 e SHS-2320 e deve agradar consumidores de todo o mundo.
Grandes atrativos deste lançamento são a certificação de qualidade dada pela UL (Underwriter Laboratory), e facilidade de instalação: é possível acoplá-la a qualquer tipo de fechadura mecânica, sem necessidade de instalar adaptadores ou modificar a original. Entretanto, essa viabilidade foi concebida para fechaduras nos moldes norte americanos, um dos motivos do lançamento estar disponível, por enquanto, somente naquele país.
Visando boa interação com o usuário, foi integrada à EZON uma tela com tecnologia touchscreen, onde digita-se a senha de segurança de forma bastante confortável. Também é possível abrir a porta de maneira convencional, usando uma chave.
Mesmo com essa restrição de área de lançamento, não seria uma surpresa se as fechaduras EZON abrissem portas em diversos países. Aos entusiastas da segurança e demais interessados, há apenas um porém: ainda não foi divulgado por quanto será comercializada a fechadura EZON, mesmo em solo americano.
Mesmo assim acho que esse setor ficou um tanto paralisado com relação a apresentação de algumas novidades.Estamos vivendo cada vez mais onde o segmento de segurança esta sendo acionado por que existe uma necessidade de proteger seu patrimônio e com isso a demanda e grande por serviço tanto de segurança patrimonial quanto residencial e toda iniciativa de inovação se torna novidade para setor visto que a escassez de desenvolvimento é uma retração e atraso para o avanço do setor, Especificamente desses dois que foram mencionados contudo qualquer esforço de empresas com finalidade de desenvolver serviço de segurança de alta performance e louvável..
Fonte :techtudo
Considerações : tecmon
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Jornal exclusivo para iPad chega aos EUA por US$ 1 por semana
A empresa News Corp., do magnata Rupert Murdoch, lançou nesta quarta-feira
(2) o jornal digital "The Daily", exclusivo para iPad. Murdoch, de 79
anos, presidente e diretor-executivo da News Corp., e Eddy Cue, vice-presidente
de serviços de internet da Apple, apresentaram o "The Daily" em
evento no Museu Guggenheim, em Nova York.Durante a apresentação, Murdoch afirmou que o tablet da Apple é a salvação da combalida indústria de mídia impressa.
A assinatura do "The Daily" terá custo de US$ 0,99 por semana ou US$ 40 por ano e será vendido, exclusivamente no iTunes, a loja virtual da Apple. As notícias serão enviadas automaticamente ao iPad do assinante toda manhã. Nas duas primeiras semanas, o jornal poderá ser acessado gratuitamente, por conta de uma promoção feita em parceria com uma operadora de telefonia celular.
O "The Daily" trará artigos noticiosos, gráficos interativos, vídeos e fotos, desenvolvidos para tirar vantagem da tela tátil do iPad. O jornal digital também terá um site gratuito na internet, disponível no domínio thedaily.com, mas este contará com uma pequena seleção do conteúdo original.
Segundo o "Wall Street Journal", a News Corp. contratou cerca de 100 pessoas para trabalhar no "The Daily", incluindo jornalistas veteranos de publicações tradicionais, como "New Yorker", "Forbes" e "New York Post". A News Corp. orçou em US$ 30 milhões o investimento no primeiro ano do jornal. O custo semanal da operação é de US$ 500 mil, segundo Murdoch.
O jornal digital deveria ter saído em janeiro em San Francisco, mas o evento foi adiado no último minuto pelo anúncio de que diretor executivo da Apple, Steve Jobs, entraria em nova licença médica.

Sem sombra de duvidas e uma grande tendência no mundo de telefonia, e Telecomunicação
e essa será a mídia de referencia no futuro,pois ela esta onde você esta ter
acesso a conteúdo e viver antenado com o mundo,manter informado virou uma obrigação desde a pessoas comum ate a grandes executivos,empresários,e
todos envolvidos em comunicação..esta iniciando um marco onde a informatividade,a
interação social,a comunicação se tornou uma grande aliada do homem moderno.
Por isso devemos aproveitar o Maximo nós tornando uma pessoa
diferenciada e competitiva.do ponto de vista empregatício ..
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Escolas 2.0 mudara a metodologia de ensino
Considerações do tecmon Blog :
O Brasil caminha rumo a descoberta de novas ferramentas aplicáveis na área educacional entretanto e de extrema importância mudar a metodologia de ensino no pais,principalmente nas escolas ,municipais e publicas, por que vemos métodos de avaliação totalmente ultrapassados tornando alunos alienados e presos as cadeias das limitações cognitivas de falta de criatividade, contudo e preciso sempre inovar digo que a metodologia Brasileira de ensino deveria passar por mudanças em todos os níveis ,deste as entradas de alunos na escola quanto na forma de avaliação, e incentivo aos professores .por que não adianta mudar a pedagogia de ensino criar uma nova ferramenta de trabalho mudar o jeito de ensino nas salas de aula se quem estiver envolvidos não esteja satisfeito,seja com o salário, ou com a maneira de como são tratados pela sociedade e principalmente pelas autoridades pública..Eu sou a favor da entrada da tecnologia na sala de aula por que alem de estimular o aprendizado em outra dimensão,podemos afirmar que esses alunos serão um futuro profissional de sucesso porque deve uma boa base nas escolas seculares,com isso formamos cidadãos conscientes de suas responsabilidade e perante a sociedade ..e com certeza tendo uma visão ampla de mercado..
Acompanhar crianças e jovens envolvidos na Era Digital está se tornando cada vez mais difícil para as escolas públicas e particulares. A busca por informação online sacia o desejo pelos assuntos de preferência dos alunos, o que torna o ensino, dentro de sala de aula, cada vez mais chato e desgastante.
Especialistas em pedagogia discutiram o tema "Educação e Cultura Digital" no palco principal da Campus Party Brasil 2011, onde apresentaram ideias para melhorar a educação no Brasil e no mundo, incentivando professores e alunos a usarem a tecnologia no âmbito da educação.
Debora Sebriam, membro da equipe de Informática Educacional do Centro Educacional Pioneiro em São Paulo, citou várias ferramentas que podem ser utilizadas por institutos educacionais na educação dos jovens, tais como: blogs, microblogs, redes sociais, comunicadores e jogos online: "Essas ferramentas abrem espaço para elas [crianças] falarem, terem voz", explicou. Debora acredita que o ambiente da escola será mais aproveitado quando os professores descobrirem o que faz parte do cotidiano de sua classe, não necessariamente ligado à tecnologia.
A jornalista Bianca Santana focou no reconhecimento do profissional, que não é valorizado e não tem oportunidades de mudar a realidade vista em sala de aula. De acordo com Bianca, só é possível estimular uma criança se o educador for valorizado como autor de seu conteúdo usado em classe e tiver mais benefícios: "Um professor faz pesquisas e tem conteúdo próprio", afirmou a jornalista. "Professor é alguém que trabalha muito, é mal remunerado e é pouco reconhecido. [...] Como podemos pedir que alguém nessas condições inove desse jeito em sala de aula?", concluiu.
Já Luciano Meira, professor adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), encontrou uma forma de estimular alunos e educadores ao mesmo tempo, com o uso de redes sociais fechadas nas instituições de ensino. Segundo ele, é preciso evoluir da Educação 1.0, copista, para a Educação 2.0, esta última mais dinâmica. Tomando como exemplo a presença da lanhouse na vida dos jovens - 45% dos acessos à internet são através de lanhouses -, surgiu o projeto das funhouses, que utilizam um ambiente semelhante ao do primeiro local, mas com jogos que ajudam no processo de aprendizagem. Luciano destacou outros projetos, tais como os Jogos Conversacionais Sociais e a Olimpíada de Jogos Digitais e Educação (OJE), que unem professor e aluno, sejam em disputas regionais ou num simples bate-papo online.
Priscila Gonsales, jornalista, acredita que o que falta não são recursos, nem professores preparados, mas sim uma forma diferente de usar o que já se tem disponível. Netbooks, lousas digitais e aulas de informática não são o suficiente para educar na cultura digital, mas o uso de uma nova metodologia de ensino pode mudar a educação nas escolas: "Precisamos de uma nova metodologia, e não de novas tecnologias", afirmou. "O que muda é usar o que já se tem de uma forma inovadora", concluiu Priscila.
A interessante abordagem dos especialistas palestrantes trouxe uma nova forma de ensino na Era Digital, unindo projetos, artigos e conhecimentos. Desde jogos casuais, até redes sociais e novos métodos de ensino foram mostrados e absorvidos pelos pedagogos presentes. O dinamismo exposto durante o debate mostra que os professores são fundamentais para o desenvolvimento do aluno, mesmo que este também possa motivar seu educador tecnologicamente, trabalhando juntos.
Fonte :olhar digital e considerações Tecmon
Fonte : tecmon
Acompanhar crianças e jovens envolvidos na Era Digital está se tornando cada vez mais difícil para as escolas públicas e particulares. A busca por informação online sacia o desejo pelos assuntos de preferência dos alunos, o que torna o ensino, dentro de sala de aula, cada vez mais chato e desgastante.
Especialistas em pedagogia discutiram o tema "Educação e Cultura Digital" no palco principal da Campus Party Brasil 2011, onde apresentaram ideias para melhorar a educação no Brasil e no mundo, incentivando professores e alunos a usarem a tecnologia no âmbito da educação.
Debora Sebriam, membro da equipe de Informática Educacional do Centro Educacional Pioneiro em São Paulo, citou várias ferramentas que podem ser utilizadas por institutos educacionais na educação dos jovens, tais como: blogs, microblogs, redes sociais, comunicadores e jogos online: "Essas ferramentas abrem espaço para elas [crianças] falarem, terem voz", explicou. Debora acredita que o ambiente da escola será mais aproveitado quando os professores descobrirem o que faz parte do cotidiano de sua classe, não necessariamente ligado à tecnologia.
A jornalista Bianca Santana focou no reconhecimento do profissional, que não é valorizado e não tem oportunidades de mudar a realidade vista em sala de aula. De acordo com Bianca, só é possível estimular uma criança se o educador for valorizado como autor de seu conteúdo usado em classe e tiver mais benefícios: "Um professor faz pesquisas e tem conteúdo próprio", afirmou a jornalista. "Professor é alguém que trabalha muito, é mal remunerado e é pouco reconhecido. [...] Como podemos pedir que alguém nessas condições inove desse jeito em sala de aula?", concluiu.
Já Luciano Meira, professor adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), encontrou uma forma de estimular alunos e educadores ao mesmo tempo, com o uso de redes sociais fechadas nas instituições de ensino. Segundo ele, é preciso evoluir da Educação 1.0, copista, para a Educação 2.0, esta última mais dinâmica. Tomando como exemplo a presença da lanhouse na vida dos jovens - 45% dos acessos à internet são através de lanhouses -, surgiu o projeto das funhouses, que utilizam um ambiente semelhante ao do primeiro local, mas com jogos que ajudam no processo de aprendizagem. Luciano destacou outros projetos, tais como os Jogos Conversacionais Sociais e a Olimpíada de Jogos Digitais e Educação (OJE), que unem professor e aluno, sejam em disputas regionais ou num simples bate-papo online.
Priscila Gonsales, jornalista, acredita que o que falta não são recursos, nem professores preparados, mas sim uma forma diferente de usar o que já se tem disponível. Netbooks, lousas digitais e aulas de informática não são o suficiente para educar na cultura digital, mas o uso de uma nova metodologia de ensino pode mudar a educação nas escolas: "Precisamos de uma nova metodologia, e não de novas tecnologias", afirmou. "O que muda é usar o que já se tem de uma forma inovadora", concluiu Priscila.
A interessante abordagem dos especialistas palestrantes trouxe uma nova forma de ensino na Era Digital, unindo projetos, artigos e conhecimentos. Desde jogos casuais, até redes sociais e novos métodos de ensino foram mostrados e absorvidos pelos pedagogos presentes. O dinamismo exposto durante o debate mostra que os professores são fundamentais para o desenvolvimento do aluno, mesmo que este também possa motivar seu educador tecnologicamente, trabalhando juntos.
Fonte :olhar digital e considerações Tecmon
Fonte : tecmon
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
tecnologia e Educação tem lousa digital. como novidade
Uma sala de aula como essa, com um laptop para cada aluno, ainda é realidade distante da maioria das escolas do Brasil. O índice de inclusão digital do país é baixo, e segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios realizada pelo IBGE, mais de 100 milhões de pessoas acima dos dez anos de idade nem sequer têm acesso à web. Isso representa mais da metade dos brasileiros com essa idade. Mas as novidades para o setor educacional não param de surgir e embora o nosso sistema ainda seja bastante atrasado em termos de tecnologia, as iniciativas mostram que há uma preocupação constante nessa área.
Um dos destaques são as carteiras de aula informatizadas. O hardware fixado à cadeira é uma forma de garantir a segurança e previne roubos dos computadores usados em sala de aula. E quando dobrado, o móvel volta a ser uma carteira normal, ocupando bem menos espaço.
“Essa carteira ela usa um equipamento interno que seria a parte do computador que se chama “Teen Claint”, esse equipamento não tem como ser utilizado na casa. Vamos supor que acontecesse de alguém assaltar a escola e querer levar esse equipamento para a casa, ele só funciona em rede, então quem roubou isso não vai ter uma rede para usar isso fora da sala de aula, ou seja, ela só tem utilidade mesmo em sala de aula”, explica Maurício Oppitz, Diretor da Opptis Soluções Tecnológicas.
A estrutura do equipamento também é adaptada para o uso de portadores de deficiência física. E ainda com a ideia de inclusão, um sistema conecta a lousa digital a um tablet e permite que o professor passe as informações aos alunos de onde ele estiver.
“Por um desafio de um cliente, nós acabamos migrando para uma linha de produtos para pessoascom necessidades especiais, onde houve o surgimento da carteira informatizada para cadeirante, então, essa carteira tem uma regulagem de altura, tem um espaço para a entrada do cadeirante, então ele consegue ficar tranqüilo e ergonomicamente correto junto à carteira. Da lousa digital, a gente tem o tablet também, que foi uma intenção de trazer o professor cadeirante para a sala de aula. Então, o professor pode andar por toda a sala e com esse tablet ele pode retornar a atividade de professor”, diz Nuno Berte, Gerente de Vendas da Oppitz Soluções Tecnológicas.
Um item que promete deixar para trás o tradicional sistema de lousa e giz e tem se desenvolvido cada vez mais são as lousas digitais. Esse software de realidade 3D, por exemplo, mostra com precisão detalhes do corpo humano e do sistema solar. E os professores garantem: isso ajuda muito no aprendizado.
E já pensou em fazer um curso e receber o comprovante da conclusão na mesma hora, já com a sua foto tirada na formatura? Os certificados digitais, além de garantirem a autenticidade do material por usarem o mesmo sistema de impressão das notas de dinheiro e passaportes possibilitam que o estudante receba o documento instantaneamente. Basta que ele tire uma foto e forneça sua impressão digital .
“Alí você faz a captura de quem você desejar e você faz a impressão do certificado com o papel de segurança na hora. Então, o aluno sai com o certificado da colação de grau, no mesmo dia. A gente faz a coleta dos dados na hora e faz a impressão do papel de segurança, na hora”, explica Sérgio Ricardo Medeiros, Gerente Nacional de Vendas da Thomas Greg & Sons
Essas novidades são só uma amostra dos desenvolvimentos tecnológicos que devem invadir as salas de aula nos próximos anos. Em nosso site você encontra uma série de matérias que falam sobre tecnologia aplicada à educação. Corra lá, faça uma busca em nosso acervo e fique por dentro do assunto! E aproveite para conhecer, também, o projeto Elementos. Trata-se de um curso gratuito via Internet, para preparar os professores para saber como lidar com a tecnologia na sala de aula. Vale a pena conferir.
Fonte : olhar digital
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