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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Escolas 2.0 mudara a metodologia de ensino

 Considerações do tecmon Blog : O Brasil caminha rumo a descoberta de novas ferramentas aplicáveis na área educacional entretanto e de extrema importância mudar a metodologia de ensino no pais,principalmente nas escolas ,municipais e publicas, por que vemos métodos de avaliação totalmente ultrapassados tornando alunos alienados e presos as cadeias das limitações cognitivas de falta de criatividade, contudo e preciso sempre inovar digo que a metodologia Brasileira de ensino deveria passar por mudanças em todos os níveis ,deste as entradas de alunos na escola quanto na forma de avaliação, e incentivo aos professores .por que não adianta mudar a pedagogia de ensino criar uma nova ferramenta de trabalho mudar o jeito de ensino nas salas de aula se quem estiver envolvidos não esteja satisfeito,seja com o salário, ou com a maneira de como são tratados pela sociedade e principalmente pelas autoridades pública..Eu sou a favor da entrada da tecnologia na sala de aula por que alem de estimular o aprendizado em outra dimensão,podemos afirmar que esses alunos serão um futuro profissional de sucesso porque deve uma boa base nas escolas seculares,com isso formamos cidadãos conscientes de suas responsabilidade e perante a sociedade ..e com certeza tendo uma visão ampla de mercado..


 Acompanhar crianças e jovens envolvidos na Era Digital está se tornando cada vez mais difícil para as escolas públicas e particulares. A busca por informação online sacia o desejo pelos assuntos de preferência dos alunos, o que torna o ensino, dentro de sala de aula, cada vez mais chato e desgastante.

Especialistas em pedagogia discutiram o tema "Educação e Cultura Digital" no palco principal da Campus Party Brasil 2011, onde apresentaram ideias para melhorar a educação no Brasil e no mundo, incentivando professores e alunos a usarem a tecnologia no âmbito da educação.

Debora Sebriam, membro da equipe de Informática Educacional do Centro Educacional Pioneiro em São Paulo, citou várias ferramentas que podem ser utilizadas por institutos educacionais na educação dos jovens, tais como: blogs, microblogs, redes sociais, comunicadores e jogos online: "Essas ferramentas abrem espaço para elas [crianças] falarem, terem voz", explicou. Debora acredita que o ambiente da escola será mais aproveitado quando os professores descobrirem o que faz parte do cotidiano de sua classe, não necessariamente ligado à tecnologia.

A jornalista Bianca Santana focou no reconhecimento do profissional, que não é valorizado e não tem oportunidades de mudar a realidade vista em sala de aula. De acordo com Bianca, só é possível estimular uma criança se o educador for valorizado como autor de seu conteúdo usado em classe e tiver mais benefícios: "Um professor faz pesquisas e tem conteúdo próprio", afirmou a jornalista. "Professor é alguém que trabalha muito, é mal remunerado e é pouco reconhecido. [...] Como podemos pedir que alguém nessas condições inove desse jeito em sala de aula?", concluiu.

Já Luciano Meira, professor adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), encontrou uma forma de estimular alunos e educadores ao mesmo tempo, com o uso de redes sociais fechadas nas instituições de ensino. Segundo ele, é preciso evoluir da Educação 1.0, copista, para a Educação 2.0, esta última mais dinâmica. Tomando como exemplo a presença da lanhouse na vida dos jovens - 45% dos acessos à internet são através de lanhouses -, surgiu o projeto das funhouses, que utilizam um ambiente semelhante ao do primeiro local, mas com jogos que ajudam no processo de aprendizagem. Luciano destacou outros projetos, tais como os Jogos Conversacionais Sociais e a Olimpíada de Jogos Digitais e Educação (OJE), que unem professor e aluno, sejam em disputas regionais ou num simples bate-papo online.


Priscila Gonsales, jornalista, acredita que o que falta não são recursos, nem professores preparados, mas sim uma forma diferente de usar o que já se tem disponível. Netbooks, lousas digitais e aulas de informática não são o suficiente para educar na cultura digital, mas o uso de uma nova metodologia de ensino pode mudar a educação nas escolas: "Precisamos de uma nova metodologia, e não de novas tecnologias", afirmou. "O que muda é usar o que já se tem de uma forma inovadora", concluiu Priscila.

A interessante abordagem dos especialistas palestrantes trouxe uma nova forma de ensino na Era Digital, unindo projetos, artigos e conhecimentos. Desde jogos casuais, até redes sociais e novos métodos de ensino foram mostrados e absorvidos pelos pedagogos presentes. O dinamismo exposto durante o debate mostra que os professores são fundamentais para o desenvolvimento do aluno, mesmo que este também possa motivar seu educador tecnologicamente, trabalhando juntos.


Fonte :olhar digital e considerações Tecmon  
 Fonte : tecmon






quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

tecnologia e Educação tem lousa digital. como novidade



Uma sala de aula como essa, com um laptop para cada aluno,  ainda é  realidade distante da maioria das escolas do Brasil. O índice de inclusão digital do país é baixo, e segundo dados da última  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios realizada pelo IBGE, mais de 100 milhões de pessoas acima dos dez anos de idade nem sequer têm acesso à web. Isso representa mais da metade dos brasileiros com essa idade. Mas as novidades para o setor educacional não param de surgir e embora o nosso  sistema ainda seja bastante atrasado em termos de tecnologia, as iniciativas mostram que há uma preocupação constante nessa área.

Um dos destaques são as carteiras de aula informatizadas. O hardware fixado à cadeira é uma forma de garantir a segurança e previne roubos dos computadores usados em sala de aula. E quando dobrado, o móvel volta a ser uma carteira normal, ocupando bem menos espaço.

“Essa carteira ela usa um equipamento interno que seria a parte do computador que se chama “Teen Claint”, esse equipamento não tem como ser utilizado na casa. Vamos supor que acontecesse de alguém assaltar a escola e querer levar esse equipamento para a casa, ele só funciona em rede, então quem roubou isso não vai ter uma rede para usar isso fora da sala de aula, ou seja, ela só tem utilidade mesmo em sala de aula”, explica Maurício Oppitz, Diretor da Opptis Soluções Tecnológicas.

A estrutura do equipamento também é adaptada para o uso de portadores de deficiência física. E ainda com a ideia de inclusão, um sistema conecta a lousa digital a um tablet e permite que o professor passe as informações aos alunos de onde ele estiver.

“Por um desafio de um cliente, nós acabamos migrando para uma linha de produtos para pessoascom necessidades especiais, onde houve o surgimento da carteira informatizada para cadeirante, então, essa carteira tem uma regulagem de altura, tem um espaço para a entrada do cadeirante, então ele consegue ficar tranqüilo e ergonomicamente correto junto à carteira. Da lousa digital, a gente tem o tablet também, que foi uma intenção de trazer o professor cadeirante para a sala de aula. Então, o professor pode andar por toda a sala e com esse tablet ele pode retornar a atividade de professor”, diz Nuno Berte, Gerente de Vendas da Oppitz Soluções Tecnológicas.

Um item que promete deixar para trás o tradicional sistema de lousa e giz e tem se desenvolvido cada vez mais são as lousas digitais. Esse software de realidade 3D, por exemplo, mostra com precisão detalhes do corpo humano e do sistema solar. E os professores garantem: isso ajuda muito no aprendizado.

E já pensou em fazer um curso e receber o comprovante da conclusão na mesma hora, já com a sua foto tirada na formatura? Os certificados digitais, além de garantirem a autenticidade do material por usarem o mesmo sistema de impressão das notas de dinheiro e passaportes possibilitam que o estudante receba o documento instantaneamente. Basta que ele tire uma foto e forneça sua impressão digital .

“Alí você faz a captura de quem você desejar e você faz a impressão do certificado com o papel de segurança na hora. Então, o aluno sai com o certificado da colação de grau, no mesmo dia. A gente faz a coleta dos dados na hora e faz a impressão do papel de segurança, na hora”, explica Sérgio Ricardo Medeiros, Gerente Nacional de Vendas da Thomas Greg & Sons

Essas novidades são só uma amostra dos desenvolvimentos tecnológicos que devem invadir as salas de aula nos próximos anos. Em nosso site você encontra uma série de matérias que falam sobre tecnologia aplicada à educação. Corra lá, faça uma busca em nosso acervo e fique por dentro do assunto! E aproveite para conhecer, também, o projeto Elementos. Trata-se de um curso gratuito via Internet, para preparar os professores para saber como lidar com a tecnologia na sala de aula. Vale a pena conferir.
Fonte : olhar digital

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Você sabe o que fazer com seu lixo eletrônico?

Visitamos um galpão da USP onde todo o material descartado ganha novos usos, evitando que contaminem o meio ambiente Computadores, câmeras, máquinas fotográficas, notebooks, equipamentos que perderam a utilidade para seus donos. No galpão, na USP, a Universidade de São Paulo, esse material que poderia virar lixo eletrônico ganha novos usos, evitando que metais pesados e mesmo metais preciosos sejam jogados em aterros sanitários, contaminando o meio-ambiente.No início do projeto, a previsão era receber entre 500 e 1000 equipamentos por mês. Mas os resultados deste primeiro ano surpreenderam... Quem não tem um eletrônico velho, encostado em algum lugar ou esquecido em alguma gaveta?"Nós esperávamos coletar por volta de 500 computadores ao mês, que daria por volta de 5 toneladas em média e nós estamos chegando por volta de 10 toneladas por mês", conta a profª. Tereza Cristina, coordenadora do Cedir.Na primeira fase do projeto, essa estação só recebia o lixo eletrônico gerado pela própria USP. Agora, todo mundo pode usar o serviço. Quem quiser entregar seus equipamentos usados para reciclagem precisar agendar um horário. Uma vez aqui, o material passa por uma triagem para avaliação. É nesta fase que é dado o veredito final: vira sucata ou não?! Se não houver mais salvação, o equipamento é inteirinho desmontado, separado por tipo de material e, por fim, encaminhado para a reciclagem.Os computadores mais velhinhos, com processadores abaixo dos Pentium 4, por exemplo, viram sucata na hora. Já os mais "novos", passam por uma rápida manutenção, ganham softwares atualizados e depois são emprestados para projetos sociais por um período de aproximadamente dois anos."Vamos supor que eles [os computadores] tenham dois ou três anos de vida. Depois disso, se jogar as máquinas no lixão ainda teremos problemas de contaminação do meio ambiente. Então, a ideia é fazer os usuários devolverem e se a gente tiver outro computador bom, a gente faz uma troca", explica Tereza.Alguns equipamentos são muito velhos, tão velhos que, em vez de serem reciclados, viram peça de museu. Por enquanto, eles estão aqui, separadinhos, à espera do museu de informática sair do papel."É uma iniciativa da diretoria da escola Politécnica, montar um museu que possa trazer um pouco da história da computação e da telefonia", finaliza.E então, tem algum equipamento velhinho em casa e não sabe o que fazer?! Agende a entrega do seu lixo eletrônico por meio do Help Desk, pelos telefones (11) 3091-6454, 3091-6455 ou 3091-6456. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h00 às 18h00 ou pelo e-mail consulta@usp.br.